7 tendências de como a mobilidade corporativa está sendo redesenhada em 2026

Impulsionado por novos modelos de trabalho, o transporte corporativo passa a adotar inteligência artificial, roteirização preditiva e indicadores mais precisos de desempenho

São Paulo, Janeiro de 2026 – Pressionada por metas ambientais mais rígidas, pelo aumento do custo do deslocamento urbano e pelas mudanças no padrão de ida ao trabalho, a mobilidade corporativa entra em 2026 em um ponto de inflexão. O setor passa a incorporar inteligência artificial, modelos flexíveis de operação e métricas mais precisas para redesenhar rotas, contratos e a experiência diária dos colaboradores.

“As empresas deixaram de olhar o transporte apenas como um custo logístico. Ele passa a ser tratado como uma variável estratégica, conectada à eficiência financeira, às metas ambientais e ao bem-estar do colaborador”, afirma Danilo Tamelini, presidente LATAM da BUSUP.

  1. Transporte corporativo deixa de ser custo e vira estratégia

Durante anos, o transporte corporativo foi tratado como uma despesa fixa, pouco integrada às decisões estratégicas das empresas. Em 2026, essa lógica se inverte. O deslocamento diário passa a ser analisado sob a ótica de eficiência financeira, impacto ambiental e experiência do colaborador, influenciando decisões sobre modelo de trabalho, localização de escritórios e gestão de pessoas.

  1. Inteligência artificial redefine a gestão da mobilidade

A adoção de inteligência artificial deixa de ser experimental e passa a estruturar a operação diária. Algoritmos permitem recalcular rotas com base em ocupação real, variação de turnos, trânsito e padrões históricos de presença, reduzindo veículos ociosos, custos operacionais e falhas logísticas, além de tornar a jornada mais previsível para os funcionários.

“A inteligência artificial permite ajustar a operação diariamente, reduzir ociosidade e oferecer uma experiência de deslocamento mais organizada”, destaca Tamelini.

  1. Roteirização preditiva reduz custos e emissões

Plataformas de mobilidade corporativa passam a operar com roteirização preditiva em tempo real, ajustando a oferta de transporte à demanda efetiva. Essa abordagem permite reduzir quilômetros rodados, diminuir emissões sem ampliar frota e responder rapidamente a mudanças no comportamento dos colaboradores ao longo da semana.

  1. Trabalho híbrido acelera modelos de mobilidade flexível

A consolidação do trabalho híbrido impõe um desafio estrutural ao transporte corporativo. Em vez de rotas fixas, cresce a demanda por modelos flexíveis que se adaptam à presença real nos escritórios e combinam fretamento, transporte público e outros modais, reduzindo trajetos redundantes e melhorando a qualidade da jornada diária. Segundo a BUSUP, essa flexibilidade se tornou um dos principais critérios de decisão das empresas para melhoria da qualidade de vida do colaborador.

  1. Custos urbanos pressionam a revisão dos modelos tradicionais

O reajuste das tarifas de ônibus, metrô e trens metropolitanos eleva o custo indireto do deslocamento diário para empresas e colaboradores. Esse cenário acelera a revisão de modelos tradicionais de fretamento, historicamente baseados em baixa flexibilidade, e reforça a busca por soluções capazes de reduzir ociosidade, quilômetros rodados e impacto ambiental.

  1. Sustentabilidade mensurável entra no centro das decisões

O transporte corporativo passa a integrar de forma mais direta as metas ambientais das empresas. Indicadores como emissões por passageiro, taxa de ocupação e distância percorrida ganham peso em auditorias internas e relatórios ESG, exigindo sistemas capazes de consolidar dados padronizados, rastreáveis e atualizados em tempo real.

  1. Integração de dados entre áreas ganha escala

Outro movimento relevante é a integração entre áreas como RH, Facilities, Sustentabilidade, Financeiro e Compras. O cruzamento de dados sobre jornada de trabalho, presença física, custos por colaborador e impacto ambiental permite decisões mais precisas, evita sobrecontratação e aumenta a previsibilidade orçamentária e operacional.

Sobre a BUSUP:

A BUSUP é uma plataforma global de gestão para mobilidade corporativa que conecta empresas, colaboradores e operadoras de transporte para oferecer soluções de fretamento mais eficientes, flexíveis e sustentáveis. Com presença em cinco países e operação no Brasil desde 2018, a empresa atende grandes marcas como Amazon, Mercado Livre e JBS, movimentando milhares de passageiros diariamente por meio de rotas inteligentes e tecnologia própria. Saiba mais: https://www.busup.com/pt-br/busup

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